As duas provas estão programadas para acontecer em Lusail e Yas Marina, em meio às preocupações causadas pelo conflito envolvendo Estados Unidos e Irã. Ao comentar o cenário, o piloto da Red Bull foi direto: “Quando você sabe que a guerra está muito perto, não acho que se deva ir para lá”.
A declaração de Verstappen trata de um debate que ganhou força por causa das duas últimas etapas do calendário estarem marcadas para a região. Apesar da preocupação, a avaliação atual da Fórmula 1 é de que as corridas ainda podem ser realizadas normalmente nos circuitos previstos.
Verstappen acredita que provas devem ser mantidas
Mesmo fazendo a ressalva sobre a segurança e a conveniência de viajar para a região neste contexto, Verstappen indicou que não espera uma mudança imediata nos planos da categoria. Questionado se acredita que as corridas vão acontecer de qualquer maneira, respondeu: “Infelizmente, sim”.
A fala do tetracampeão não representa uma posição oficial da Fórmula 1, mas expõe a preocupação de um dos principais nomes do grid num momento em que o campeonato se aproxima da reta final. Até agora, não há confirmação de alteração no cronograma das etapas marcadas para o Oriente Médio.
Ímola aparece como alternativa, mas dezembro é obstáculo
Entre as possibilidades citadas como plano alternativo, Ímola surge como opção caso seja necessário buscar outro local para receber uma corrida. Verstappen aprovou a ideia do ponto de vista esportivo ao comentar o circuito: “É uma pista divertida, claro”.
O principal entrave para essa solução está nas condições climáticas. Em dezembro, Ímola pode enfrentar frio e chuva forte, o que pesa contra a viabilidade de uma eventual substituição de última hora. Enquanto esse cenário permanece apenas como alternativa, a Fórmula 1 mantém a confiança de que as etapas em Lusail e Yas Marina podem acontecer conforme o planejado.