Bearman terminou a sessão apenas em 20º, enquanto Leclerc foi o melhor entre os carros da Ferrari, em quarto, e Hamilton ficou em quinto, a 1s318 do tempo de George Russell, o mais rápido do treino com 1min43s347.
A quebra aconteceu depois da interrupção provocada pela batida de Arvid Lindblad na curva 8. Pelo rádio, Bearman resumiu o problema de forma direta: “Meu motor simplesmente desligou”.
Falha aumenta suspeita sobre atualização da unidade de potência
A principal preocupação é que o carro de Bearman recebeu a atualização ADUO2 da Ferrari no GP da Itália, o mesmo pacote que está no centro das atenções pela combinação entre ganho limitado de desempenho e possível risco de confiabilidade.
A expectativa em torno da evolução era maior, mas o pacote teria entregue apenas 5 hp, abaixo da projeção de 15 hp. No caso da Haas, Esteban Ocon segue usando a unidade de potência anterior, o que cria uma referência interna diferente para avaliar o comportamento da atualização.
Há receio de que a falha vista no carro de Bearman não seja um caso isolado e possa se repetir. Ainda não há definição sobre eventual punição no grid caso seja necessária uma troca de componentes.
Desempenho da Ferrari segue sob observação no fim de semana
Além da questão de confiabilidade, a Ferrari já vinha sendo observada pelo rendimento em reta. Hamilton chegou a indicar em Monza que perdeu 0s6 para a Mercedes nos trechos de aceleração máxima, enquanto Jolyon Palmer também chamou atenção para a velocidade de reta mostrada pela equipe no Treino Livre 1.
Com Leclerc em quarto e Hamilton em quinto no TL2, a Ferrari manteve seus dois carros na parte de frente da tabela, mas encerrou a sexta-feira sob a sombra da quebra no carro de Bearman e da dúvida sobre o comportamento da versão mais nova de sua unidade de potência.
































