Brown relatou que o contato com Verstappen não é apenas especulação. “Conversei com o Max algumas vezes no verão passado”, disse o dirigente. Embora não exista confirmação oficial de negociação em andamento, a admissão de conversas e a referência a uma janela futura mantêm o nome do piloto ligado à equipe.
A possibilidade ganha força em meio ao momento da Red Bull, que não tem conseguido oferecer a Verstappen um carro competitivo. Esse contexto ajuda a sustentar os rumores sobre uma eventual mudança no futuro, ainda que sem qualquer anúncio formal sobre tratativas avançadas ou definição contratual.
Brown fala em janela mais adiante para eventual acordo
As declarações de Brown indicam que a discussão não envolve uma troca imediata. A perspectiva mencionada por ele é de uma oportunidade mais à frente, em 2028 ou 2029, o que colocaria a eventual movimentação fora do curto prazo e deixaria a McLaren com tempo para avaliar sua própria formação.
Ao tratar da possibilidade de trabalhar com Verstappen, Brown foi direto ao dizer: “A porta continua totalmente aberta para o Max”. A frase mantém viva a chance de uma investida futura, mesmo sem qualquer sinal público de que a negociação tenha passado dessa etapa inicial de conversas.
Piastri surge como nome mais vulnerável em mudança de dupla
Dentro desse cenário, Oscar Piastri é apontado como o principal candidato a ser afetado caso Verstappen realmente entre na linha de sucessão da McLaren. Lando Norris também faz parte da atual dupla mencionada nesse contexto, mas Piastri aparece como a peça mais sujeita a uma eventual troca se a equipe decidir abrir espaço para o holandês.
Brown também comentou sua percepção sobre Verstappen fora das pistas. “Aposto que ninguém que não o conheça bem o descreveria dessa forma”, afirmou o CEO da McLaren ao falar sobre o piloto. A observação surgiu no contexto da avaliação pessoal do dirigente sobre Verstappen, com quem ele já teve contato direto em conversas sobre um possível futuro na equipe.