O chefe da Ferrari, Frederic Vasseur, indicou que a equipe já considera onde a penalidade poderia ser menos danosa. “O Azerbaijão pode ser um local adequado para absorver a penalidade”, afirmou.
A situação ganhou peso porque o próprio Leclerc relacionou o momento do time a dificuldades recorrentes. “A situação da Ferrari é um círculo vicioso”, disse o piloto ao comentar o quadro envolvendo a unidade de potência.
Troca de componentes ainda não está confirmada
A possibilidade de punição depende diretamente da decisão da Ferrari sobre a substituição de peças do conjunto de Leclerc. Até aqui, a penalidade é tratada como uma possibilidade, não como definição.
O caso surgiu depois do acidente em Monza, que levou a Ferrari a considerar mudanças nos componentes do carro. Se a troca for confirmada dentro dos critérios esportivos aplicáveis, Leclerc pode perder posições no grid de largada.
Leclerc não é o único tema em discussão no paddock
Enquanto a Ferrari avalia o caso de Leclerc, a Mercedes segue tentando extrair mais de George Russell. Toto Wolff, chefe da equipe, reconheceu que o cenário envolve também um aspecto mental. “Existe um componente psicológico”, afirmou.
Em outra frente, Kimi Antonelli continua como um dos nomes mais fortes da temporada. O piloto lidera o campeonato com oito vitórias e 81 pontos de vantagem após 14 etapas. Antonelli contou ainda que recebe apoio frequente de Sebastian Vettel. “Recebo mensagens frequentes de Sebastian Vettel”, revelou.
Andrea Stella também comentou a campanha do jovem piloto e classificou seu crescimento como positivo para a Fórmula 1. “A evolução de Antonelli é um trunfo para a categoria”, disse. Já Allan McNish alertou que a Audi precisa evoluir para não perder terreno no campeonato: a equipe aparece na oitava posição no Mundial de Construtores, 17 pontos atrás da Audi e quatro atrás da Haas.