Antonelli assumiu a ponta da classificação após vencer os GPs da China e do Japão. Desde então, manteve a sequência de resultados e chegou à vitória mais recente no GP da Espanha, consolidando a melhor fase da temporada.
Smedley atribui grande parte do trabalho a Bonnington
Ex-engenheiro de corrida, Smedley foi direto ao comentar a influência de Bonnington, conhecido no paddock como Bono, no desempenho do piloto da Mercedes. “O Bono é tudo. Tudo. O engenheiro deveria levar todo o crédito”, afirmou.
Na mesma linha, Smedley associou o trabalho do engenheiro à regularidade de Antonelli ao longo do campeonato. “Ele merece crédito, não é? Porque mantém o Kimi no caminho certo”, disse.
As declarações colocam foco na relação entre piloto e engenheiro de corrida, um elo decisivo na leitura do carro, na condução das sessões e na tomada de decisões ao longo de um fim de semana. No caso de Antonelli, esse trabalho coincide com a arrancada que o levou à liderança e com a construção da vantagem interna sobre Russell.
Troca de informações entre piloto e engenheiro também entrou no debate
Otmar Szafnauer, ex-chefe da Alpine, destacou que o processo não depende apenas da orientação passada do muro para o carro, mas também da capacidade de Antonelli de indicar o que precisa. “O Antonelli também faz parte do ciclo de feedback. Ele diz ao Bono o que quer”, afirmou.
A observação de Szafnauer trata da comunicação técnica entre os dois durante o trabalho de pista, em um cenário em que o piloto informa sensações e necessidades do carro, enquanto o engenheiro organiza esse retorno para direcionar os ajustes e a condução das atividades.
O próprio Antonelli já havia falado publicamente sobre a parceria com Bonnington. Em comentário feito durante o GP da China de 2025, o piloto da Mercedes resumiu a relação de forma direta: “É um privilégio trabalhar com o Bonnington”.
































