Hamlin reagiu com ironia às críticas de que deveria ter sido mais punido pelas posições de chegada. “Agora estamos discutindo outra coisa, então, por favor, parem de reclamar por uma semana”, afirmou.
Sistema premia regularidade durante a prova
Os pontos de estágio seguem tendo influência direta na tabela, mesmo depois de a NASCAR aumentar nesta temporada o valor da vitória: ganhar uma corrida agora rende 20 pontos a mais do que terminar em segundo lugar.
Ainda assim, os exemplos nas primeiras provas do Chase mostram como o desempenho parcial pode sustentar campanhas fortes. Kyle Larson continua no grupo dos postulantes ao campeonato muito por causa desse critério, e nenhuma equipe marcou mais pontos de estágio em 2026 do que a dele.
Larson resumiu a lógica do formato de forma direta: “Acho que esse formato realmente recompensa a consistência.”
Blaney também aparece perto apesar de resultado ruim
Ryan Blaney é outro caso citado nesse debate. Mesmo após terminar apenas em 35º em Gateway, ele aparece 33 pontos atrás de Hamlin na classificação. Para o piloto, a lógica dos estágios faz sentido porque valoriza quem anda bem antes da bandeirada final.
“Gosto da ideia de ser recompensado por andar bem ao longo da corrida”, disse Blaney.
Outros pilotos também se manifestaram em defesa do modelo atual. Brad Keselowski afirmou que o formato “na verdade parece muito bom” para ele, enquanto Chase Briscoe disse que não vê necessidade de grandes ajustes: “Acho que isso não precisa de muito trabalho.”
Carson Hocevar foi na mesma linha e avaliou que a corrida por estágios mantém a pontuação mais apertada do que seria apenas com a ordem de chegada. No outro extremo da tabela, William Byron aparece 114 pontos atrás na classificação atual.