Em Monza, Leclerc perdeu o controle do carro ainda na segunda volta. Depois da batida, a Ferrari retirou de forma preventiva o motor que estava no carro naquele fim de semana, o que abriu caminho para a mudança de conjunto antes da etapa seguinte.
Ferrari vê Baku como pista adequada para cumprir a punição
A Ferrari considera o circuito de Baku um local mais favorável para absorver a perda de posições no grid. A avaliação da equipe passa pelo perfil da pista, especialmente pela reta longa, que pode facilitar ultrapassagens durante a corrida e reduzir o prejuízo esportivo de largar mais atrás.
Fred Vasseur, chefe da Ferrari, resumiu a escolha ao dizer: “Baku deve funcionar muito bem.”
A expectativa, portanto, é que Leclerc inicie a prova na parte de trás do grid, mesmo em um fim de semana em que a equipe entende haver características de pista capazes de oferecer alguma margem de recuperação ao longo da corrida.
Motor retirado após a batida ainda pode voltar ao carro
A troca para a nova unidade de potência não significa, necessariamente, o descarte do conjunto anterior. O motor identificado como ADUO2, retirado depois do acidente em Monza, ainda poderá ser reutilizado ao longo da temporada.
Esse ponto é relevante porque a retirada feita pela Ferrari foi preventiva. Ou seja, o conjunto antigo saiu do carro para avaliação após a batida, mas segue no horizonte de uso da equipe em outras etapas, dependendo das condições verificadas depois da análise.
Leclerc já havia corrido com limitação técnica em outro momento da temporada. No GP da Espanha, ele disputou a prova com uma unidade de potência menos potente do que a usada por Lewis Hamilton, em um cenário que já colocava a gestão de equipamento como tema importante dentro da Ferrari.
































