Lawson assumiu o RB22 no lugar de Isack Hadjar, afastado por uma lesão no punho. Antes do sexto lugar, ele havia terminado em sétimo em Zandvoort e em 14º em Monza. Na corrida mais recente, além da melhor colocação desde que entrou no carro da Red Bull, também protagonizou uma ultrapassagem de destaque sobre Franco Colapinto.
Autocrítica de Lawson ficou centrada no quali
Ao falar sobre o desempenho no sábado, Lawson disse que a percepção interna dele foi mais dura do que o resultado bruto indicava. “Acho que ontem foi realmente decepcionante”, afirmou, ao comentar sua performance na parte final da classificação.
Ele também relacionou diretamente a posição de largada ao potencial que via para a corrida. “Se a gente tivesse largado um pouco mais à frente, poderia ter terminado um pouco mais à frente”, disse o piloto. Lawson se classificou em oitavo e terminou a prova em sexto, sua melhor chegada desde que passou a substituir Hadjar.
Outro ponto do pós-corrida foi a diferença de leitura entre Lawson e Laurent Mekies sobre o Q3. O piloto discordou da avaliação do dirigente sobre aquela sessão, mantendo a visão de que o sábado ficou abaixo do que considerava possível extrair.
Sexto lugar pode ter sido a última corrida dele pela equipe
O cenário para as próximas etapas segue aberto porque esta pode ter sido a última corrida de Lawson pela Red Bull. Hadjar está em recuperação da lesão no punho e pode voltar já em Baku, o que colocaria fim ao período do neozelandês como substituto no time principal.
Questionado sobre o balanço pessoal dessa sequência de três corridas, Lawson disse que sai satisfeito com o que conseguiu entregar dentro das circunstâncias. “Acho que sim. Eu só tentei maximizar cada fim de semana”, afirmou.