O dado ganha peso porque o ano vem sendo disputado sob um novo regulamento criado para aumentar a ação na pista. Antes da etapa espanhola, a média da temporada era de 61 ultrapassagens por corrida, número muito acima do que foi visto no novo circuito.
Madring também ficou abaixo de Mônaco, tradicionalmente apontado como uma das pistas mais difíceis para ultrapassar. No Principado, foram registradas dez ultrapassagens, seis a mais do que no GP da Espanha.
China lidera ranking de ação na pista em 2026
No outro extremo da lista aparece o GP da China, líder do F1 Race Review com 101 ultrapassagens. Miami vem logo atrás, com 88, enquanto o Japão registrou 85.
Os números colocam Madring bem distante das corridas mais movimentadas do campeonato. Em uma temporada que já passou por pistas como Austrália, China, Japão, Miami, Mônaco, Canadá, Áustria, Grã-Bretanha, Bélgica, Holanda, Hungria e Itália, nenhuma teve índice tão baixo quanto o da estreia espanhola.
Pilotos reclamaram do traçado após a corrida
A pouca ação na pista foi acompanhada por críticas ao desenho do circuito. Lando Norris, atual campeão mundial, resumiu sua insatisfação ao afirmar que “algumas curvas deveriam ser tiradas do traçado”.
Gabriel Bortoleto também reclamou da experiência na corrida. O piloto disse que “ficou com sono durante a prova”, em uma declaração que traduz o nível de insatisfação com a dinâmica apresentada por Madring em sua primeira corrida na Fórmula 1.
Com quatro ultrapassagens, o GP da Espanha terminou não só abaixo da média da temporada, mas também muito distante da etapa mais movimentada do ano, disputada na China, que teve 101 trocas de posição ao longo da prova.
































