Puente também comparou o circuito a “Mônaco 2, só que mais rápido”, em uma referência ao tipo de corrida visto em Madring. As reclamações não ficaram restritas ao ambiente político: o jornal L’Equipe classificou a pista como “uma máquina de sono mortal”, ampliando a repercussão em torno do desenho do circuito.
Pilotos apontaram falta de ação e pediram mudanças no traçado
As críticas à pista também vieram de pilotos que estiveram no grid. Gabriel Bortoleto resumiu a experiência na corrida com uma frase curta: “Quase dormi”.
Kimi Antonelli, vencedor da prova em Madring, disse que o circuito precisa de mudanças para oferecer mais oportunidades de disputa. Segundo o piloto, “algumas curvas precisam ser alteradas para que haja chances de ultrapassagem”.
Lando Norris, que largou da pole-position, foi ainda mais específico ao tratar do layout da pista. Depois da corrida, ele afirmou que “precisam tirar as curvas 8 e 9”, indicando diretamente quais trechos, na visão dele, atrapalharam o espetáculo.
Vitória de Antonelli ficou em segundo plano na repercussão
Antonelli terminou o fim de semana com a vitória, mas o debate pós-corrida girou principalmente em torno da qualidade da prova e das características do circuito. O fato de o vencedor e o pole-position terem feito críticas públicas ao traçado deu peso adicional à discussão.
A sequência de manifestações reuniu opiniões de diferentes frentes ao longo do mesmo fim de semana: um ministro do governo espanhol chamou a etapa de “desastre completo”, a imprensa estrangeira atacou o nível da corrida, Bortoleto disse que “quase dormiu”, Antonelli cobrou mudanças em curvas para criar ultrapassagens e Norris pediu a retirada das curvas 8 e 9.
































