Segundo Mekies, a equipe trabalha em um processo gradual para entender o quadro e transformar esse entendimento em mudanças no carro. “Estamos dando pequenos passos até chegar de vez à raiz do problema”, disse o dirigente.
A Red Bull identificou um déficit de ritmo e também um componente de degradação no desempenho do carro, ponto citado por Mekies como parte de uma questão mais ampla. A leitura da equipe é de que o cenário é complexo, sem uma causa simples ou uma correção imediata.
Degradação de desempenho entrou no foco da equipe
Ao detalhar o momento do desenvolvimento, Mekies indicou que a queda de rendimento ao longo do uso do carro faz parte dos fatores analisados pela Red Bull. Esse elemento se soma ao déficit de ritmo já reconhecido pela equipe depois da prova em que Verstappen foi segundo colocado.
A combinação desses fatores ajuda a explicar por que a Red Bull ainda não considera o trabalho concluído, mesmo seguindo com atualizações e ajustes no carro. O entendimento interno é de que ainda há etapas entre identificar a origem do problema e conseguir neutralizá-lo na pista.
Nem todas as respostas já chegaram ao carro
Mekies também afirmou que o pacote de correções ainda está incompleto. “Ainda não colocamos no carro todas as soluções”, declarou. A frase indica que parte do trabalho da equipe segue em fase de desenvolvimento e implementação, sem que todas as respostas já tenham sido transformadas em desempenho prático.
O dirigente tratou o processo como um caminho em andamento, com avanços graduais em vez de uma mudança única capaz de resolver a perda de rendimento. No cenário descrito por Mekies, a Red Bull continua evoluindo o carro enquanto tenta isolar com precisão a origem do problema e reduzir a degradação de desempenho que hoje limita o ritmo necessário para vencer.