“Foi bastante doloroso, obviamente, desde a primeira volta”, disse Piastri. Depois, resumiu a prova como “uma tarde difícil”.
A McLaren conseguiu reduzir parte do prejuízo no único pit stop do piloto, mas a corrida seguiu travada. Mesmo com pneus mais novos no fim, Piastri ultrapassou Arvid Lindblad, porém não conseguiu passar Franco Colapinto e terminou fora do top-7.
Dano na primeira volta e VSC atrapalharam a estratégia
Além da perda de desempenho causada pela asa danificada, Piastri também apontou o momento do Virtual Safety Car como desfavorável para sua corrida. “O momento do VSC certamente não foi ideal para nós”, afirmou.
O piloto ainda optou por não parar durante o período de VSC. Na prática, a combinação entre o dano aerodinâmico e a estratégia comprometeu a chance de recuperação ao longo da prova.
Classificação já havia complicado o fim de semana
O domingo ruim veio depois de uma classificação já trabalhosa para Piastri. Ele precisou usar um jogo extra de pneus macios para avançar ao Q2 e, após um erro no Q3, ficou com o sétimo lugar no grid de largada.
A dificuldade para ultrapassar também chamou atenção durante a prova. Nico Rosberg, ex-piloto e comentarista da Sky Sports F1, citou justamente a disputa de Piastri com Colapinto ao falar sobre o traçado. “Foi bastante chocante. O Piastri atrás do Colapinto… ele não conseguia passar”, afirmou.
Cenário no campeonato e próximo passo
Com o resultado, Piastri segue com dois pódios em 2026 e está 66 pontos atrás de Lando Norris, que já soma cinco top-3 e duas vitórias na temporada. Depois do fim de semana na Espanha, o piloto da McLaren projetou a próxima chance de recuperação no GP do Azerbaijão, em Baku.
































