O resultado supera o sétimo lugar conquistado por Lawson em Zandvoort, que era sua melhor marca anterior. A etapa também representou uma resposta depois de Monza, onde ele ficou fora da zona de pontuação por causa de uma punição no grid e de uma parada extra nos boxes.
Mekies elogia a atuação, e Lawson aponta margem maior
Na leitura da Red Bull, Lawson executou o que estava ao alcance. Mekies resumiu a corrida do piloto com um elogio direto: “Tirou tudo dali. Muito bem feito.”
Lawson discordou dessa análise e indicou que houve fatores não detalhados afetando sua prova. “Com certeza tinha mais ali, mas posso explicar isso quando eu voltar”, afirmou, sem abrir publicamente qual foi o problema.
Durante a corrida, a equipe também destacou um lance específico. Richard Wood, engenheiro temporário de Lawson na Red Bull, elogiou uma passagem do piloto na curva 5: “Ir com tudo na curva 5 fez a sua corrida ali. Muito bom.”
Stint longo com pneus duros definiu a estratégia
Um dos pontos mais marcantes da corrida de Lawson foi o primeiro trecho com pneus duros. Ele estendeu esse stint até a volta 44 de um total de 57, numa estratégia mais longa do que a da maioria do pelotão. Apenas três pilotos fizeram a parada depois dele.
Mesmo com o sexto lugar, Lawson recebeu a bandeirada mais de 1min20s atrás de Max Verstappen. No mesmo contexto de discussão sobre o comportamento dos carros após mudanças de regulamento, Verstappen comentou: “É porque esses carros ficaram sem sensibilidade para as ações do piloto.”
O cenário técnico citado dentro da equipe inclui justamente essa perda de resposta do carro aos comandos do piloto, enquanto Lawson sustentou por 44 voltas o primeiro jogo de pneus duros antes de ir aos boxes. Foi com essa combinação de stint longo e recuperação após Monza que ele alcançou seu melhor resultado desde a chegada à Red Bull.
































