“O safety car virtual veio na volta 14. Foi um momento perfeito para esses pilotos”, afirmou Russell depois da corrida. O britânico classificou o resultado como decepcionante, apesar do desempenho mostrado pelo carro ao longo do domingo.
VSC atingiu em cheio o plano da Mercedes
A Mercedes trabalhava com a ideia de estender o stint de Russell com pneus médios até aproximadamente a volta 40. Em condições normais, porém, os carros que estavam com esse composto deveriam parar por volta da 15ª volta, o que ajuda a explicar por que a neutralização mudou o rumo da prova.
Com o VSC entrando exatamente nesse ponto, o custo da parada caiu para os rivais que já precisavam ir aos boxes. Isso tirou parte da vantagem potencial da estratégia pensada para Russell, que buscava permanecer mais tempo na pista antes de fazer sua troca.
O cenário da corrida ainda apontava melhor rendimento dos pneus duros, um fator técnico que ganhou ainda mais importância depois da intervenção. A combinação entre a entrada precoce do safety car virtual e o comportamento dos compostos alterou a dinâmica estratégica da prova.
Russell elogia ritmo da Mercedes após a corrida
Mesmo sem o resultado esperado, Russell destacou o desempenho do carro durante o GP da Espanha. “Acho que o ritmo foi muito forte hoje”, disse o piloto da Mercedes.
A avaliação do britânico vai na mesma linha da leitura interna de progresso recente da equipe. Russell reconheceu que a Mercedes evoluiu nas últimas corridas, e a performance apresentada na Espanha entrou nessa conta, mesmo sem a conversão em um resultado melhor na bandeirada final.
A Mercedes também teve Kimi Antonelli citado no contexto do fim de semana, enquanto Charles Leclerc apareceu entre os nomes envolvidos no cenário da corrida. A próxima etapa do calendário será em Baku, no Azerbaijão.
































