A expectativa para a prova também passa pela dificuldade de ultrapassar. Max Verstappen, terceiro no grid de largada, atrás de Lando Norris e Kimi Antonelli, resumiu o cenário de forma direta: “Vai ser difícil”, ao comentar as poucas oportunidades de ataque no traçado.
Pirelli mudou a previsão após analisar o desgaste
Na primeira visita da Fórmula 1 ao circuito, o nível de grip apareceu acima do esperado, mas a degradação dos pneus chamou atenção. As perdas chegaram a oito décimos por volta, em um quadro associado a graining e degradação térmica no eixo traseiro.
Simone Berra, engenheiro-chefe da Pirelli, afirmou que o comportamento foi inesperado: “Sim, honestamente foi uma surpresa”. Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, ironizou a leitura inicial ao dizer: “Seis paradas! Porque havia na verdade oito décimos de degradação por volta.”
Mesmo com esse começo, a Pirelli refez os cálculos depois da segunda sessão e passou a considerar uma estratégia de uma parada como a mais provável. Esse cenário, porém, segue sujeito a mudanças em caso de acidente ou entrada do safety car.
Verstappen vê boa classificação, mas admite limitação no traçado
Verstappen ficou pouco mais de um décimo atrás de Norris na classificação e chegou a liderar o Q2, com 0s160 de vantagem sobre Antonelli. Depois da tomada de tempos, o piloto da Red Bull disse que o desempenho foi positivo: “Acho que fizemos uma boa classificação.”
Ao explicar onde perdeu rendimento, Verstappen apontou uma dificuldade técnica no setor final: “A gente simplesmente não consegue fazer o uso de energia como os nossos concorrentes.” Ele também relativizou comparações diretas de estratégia na classificação por ter usado dois pneus em uma das fases, dizendo que “não é realmente uma comparação justa”.
O fim de semana em Madrid ainda recebeu visitantes do futebol. Trent Alexander-Arnold, Marc Cucurella e Denzel Dumfries estiveram no paddock do GP da Espanha.






























