A batida de Hamilton gerou a segunda bandeira vermelha do fim de semana. Depois do impacto, a tentativa de dar ré no carro passou a ser o ponto mais sensível do caso do ponto de vista de segurança, já que a manobra aconteceu após o acidente e contrariou as instruções transmitidas pelo rádio da equipe.
Tentativa de dar ré após o impacto virou centro da discussão
O ex-piloto e hoje analista da Sky Sports F1 Anthony Davidson criticou a conduta de Hamilton depois da batida. “Isso simplesmente não se faz”, afirmou ao comentar a tentativa de movimentar o carro após o impacto.
Davidson também resumiu o motivo da crítica em outro trecho: “A segurança vem em primeiro lugar.” A avaliação do comentarista foi feita especificamente sobre as ações de Hamilton depois do acidente, e não apenas sobre a perda de controle que terminou nas barreiras.
Além da Ferrari danificada, o incidente trouxe consequência imediata para o cronograma da sessão. Com a necessidade de reparar a proteção da curva 22, os carros ficaram parados por um período prolongado em um trecho decisivo do TL3.
Fim de semana já acumulava alertas e novas interrupções
Antes da estreia de Madring, Max Verstappen já havia alertado para a possibilidade de “grandes acidentes” no traçado. O sábado acabou adicionando mais um episódio relevante à lista de ocorrências do fim de semana, justamente em uma sessão final de preparação antes da classificação.
Hamilton não foi o único a causar bandeira vermelha no encerramento do TL3. Já no fim da atividade, Oliver Bearman também bateu, o que levou à terceira bandeira vermelha do fim de semana.































