O novo traçado tem 5,416 quilômetros e 22 curvas. Nos testes, o ponto que mais chamou atenção foi a curva 5, identificada como a principal origem dos acidentes em uma pista que combina trechos de alta velocidade com setores mais estreitos.
Curva 5 virou foco pelos acidentes nos testes
A curva 5 reúne uma forte zona de frenagem antes de uma chicane, configuração que concentrou os incidentes registrados na atividade. Kym Illman resumiu o comportamento do trecho ao afirmar: “A curva que mais causou acidentes foi a curva 5”.
Além da freada mais exigente, a saída da chicane aumentou a dificuldade no setor, com carros passando a milímetros do muro. O trecho também foi apontado como um ponto crítico para ultrapassagens, o que adiciona mais complexidade a uma área já bastante exigente do circuito.
O número de interrupções nos testes chamou atenção, mas os registros também serviram para destacar as características do traçado que a F1 vai encontrar em sua primeira visita ao circuito.
La Monumental é outro trecho marcante do novo traçado
Entre os setores de maior destaque em Madring está a curva inclinada La Monumental, com 24% de inclinação e 547 metros de extensão. O elemento reforça o perfil particular do circuito, que mistura mudanças de característica ao longo da volta.
A entrada de Madring no calendário acontece no mesmo ano em que Barcelona abriu a temporada com uma prova chamada GP de Barcelona-Catalunha. A etapa em Madring, portanto, passa a ocupar a denominação de GP da Espanha em 2026.
Piloto que participou da atividade relatou dia produtivo
Pedro Clerot, piloto da Rodin Motorsport que participou dos testes no circuito, fez um balanço positivo da atividade apesar das interrupções. “Foi um dia muito produtivo para a gente”, afirmou.
Os testes em Madring antecedem a primeira corrida de Fórmula 1 no circuito, que chega ao calendário depois de uma preparação marcada por muitas paralisações e por atenção especial à curva 5.