Ao falar sobre a chegada de Robin à estrutura de formação da Red Bull, Verstappen resumiu a reação em uma frase curta: “É muito legal ver isso”. Na sequência, ao ser questionado sobre a possibilidade de seguir no grid quando Robin estiver pronto para alcançar a Fórmula 1, respondeu: “Talvez sim, talvez não”.
Robin entra na academia da Red Bull em 2027
Robin Raikkonen foi contratado para integrar a equipe júnior da Red Bull a partir de 2027. O sobrenome chama atenção de imediato por se tratar do filho de Kimi Raikkonen, campeão mundial e um dos nomes mais conhecidos da geração anterior da categoria.
Programas de desenvolvimento como o da Red Bull têm papel central na formação de pilotos, porque concentram acompanhamento de carreira, inserção em categorias de base e avaliação de desempenho antes de qualquer passo rumo à Fórmula 1. A chegada de Robin, portanto, representa a entrada formal dele nessa trilha dentro da estrutura da equipe.
Decisão da família teve influência de Gwen Lagrue
Outro nome citado no processo foi Gwen Lagrue, ex-chefe de observação de talentos da Mercedes. Ele teve influência na decisão da família Raikkonen de levar Robin para o programa da Red Bull, acrescentando um componente importante de bastidor à negociação.
As declarações de Verstappen não trouxeram indicação concreta sobre um futuro encontro dos dois na equipe principal. A resposta do atual piloto da Red Bull ficou restrita à aprovação da escolha e à incerteza sobre sua própria permanência no grid quando Robin atingir maturidade suficiente para pleitear uma vaga na Fórmula 1.
A conexão entre Verstappen e a família Raikkonen já existia desde os tempos em que Kimi ainda corria na categoria. Após o GP da Hungria de 2016, Kimi fez um alerta ao holandês ao dizer: “Se eu não tivesse freado, teríamos tido um acidente enorme”. Agora, o vínculo volta ao noticiário com Robin entrando oficialmente no caminho de desenvolvimento da Red Bull.