Fórmula 1

Steiner diz que Ferrari seria o “mundo ideal” para Antonelli em meio à liderança do campeonato

Kimi Antonelli ampliou o peso de sua temporada de 2026 ao abrir 66 pontos de vantagem no campeonato depois da vitória em Monza, resultado que recolocou em circulação as conversas sobre um possível futuro na Ferrari. Guenther Steiner, ex-chefe de equipe na Fórmula 1, disse que o cenário ideal para o italiano seria vê-lo justamente no time mais associado ao público do país.

Steiner diz que Ferrari seria o “mundo ideal” para Antonelli em meio à liderança do campeonato
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“Ele deveria estar na Ferrari. Esse seria o mundo ideal”, afirmou Steiner ao comentar a situação de Antonelli. Na mesma linha, o ex-dirigente resumiu o tamanho da identificação da equipe com os torcedores italianos: “A Ferrari é como a seleção nacional, e todo mundo torce por ela”.

O comentário surge em um momento de protagonismo esportivo de Antonelli. Além da liderança folgada no campeonato, o piloto virou tema recorrente entre torcedores da Ferrari ao longo da temporada, principalmente depois da vitória em Mônaco, quando parte dos fãs passou a pedir sua chegada à equipe.

Ferrari teve chance de contratar Antonelli ainda na base

A ligação entre o nome de Antonelli e a Ferrari não é nova. A equipe poderia ter contratado o piloto quando ele tinha 11 anos, mas Toto Wolff acabou levando o italiano para a Mercedes. Desde então, Antonelli seguiu seu caminho fora da estrutura de Maranello e agora aparece no centro da disputa pelo título de 2026.

Mesmo com esse histórico, não há indicação de negociação ou plano confirmado para uma eventual mudança. O debate levantado por Steiner está no campo da opinião, impulsionado pelo momento esportivo do piloto e pela identificação nacional que ele poderia ter correndo de vermelho.

Steiner aponta limite de popularidade para um italiano fora da Ferrari

Steiner também avaliou que a atual equipe de Antonelli pesa na forma como ele é percebido pelo público italiano. “Estar na Mercedes não ajuda ele a ficar popular”, disse o ex-chefe de equipe, ao tratar do contraste entre defender a Mercedes e competir contra a marca que concentra a torcida mais ampla no país.

O desempenho de Antonelli acontece em um contexto de longa espera para a Itália na Fórmula 1. Já são 60 anos desde a última vez que um piloto italiano conquistou o título mundial. Com a vitória em Monza e a vantagem de 66 pontos na classificação, Antonelli passou a ocupar ao mesmo tempo o centro da briga pelo campeonato e das discussões sobre qual equipe representaria melhor esse momento.

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Redação F1 Racing Mania

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