Leclerc havia largado em terceiro e estava à frente de Oscar Piastri quando aconteceu o acidente. Houve suspeita inicial de um possível toque com o carro da McLaren, mas as imagens disponíveis indicam instabilidade da Ferrari, sem confirmação de contato como origem do incidente.
Dados mostram duas reduções no acelerador antes da perda de controle
A telemetria revela que Leclerc precisou aliviar o acelerador duas vezes antes da batida. Na primeira correção, a aplicação caiu de 100% para menos de 90%. Na sequência, houve uma nova redução, desta vez para 83%.
Os dados também indicam que a Ferrari não estava na linha ideal naquele trecho da Parabólica, enquanto os pneus traseiros já apareciam próximos do limite. No momento da perda de controle, Leclerc não travava disputa direta com Piastri, apesar de o carro da McLaren estar por perto.
Esse conjunto de fatores ajuda a explicar por que a suspeita de toque não foi confirmada nas imagens do acidente. A leitura da telemetria concentra a atenção no comportamento da traseira do carro e nas correções feitas por Leclerc instantes antes da batida.
Leclerc relatou redução de visão no olho direito após a batida
Depois do acidente, Leclerc relatou “uma redução na visão do olho direito após o acidente”. O problema foi comunicado após a análise e o atendimento médico.
Após avaliação e tratamento, o piloto foi considerado apto para disputar a etapa em Madri, o que confirmou sua liberação para a sequência do calendário.