A referência anterior da equipe havia sido a pole de Fernando Alonso no GP da Hungria de 2009. Desde então, a mesma estrutura passou por diferentes fases e identidades: adotou o nome Lotus em 2012, voltou a correr como Renault em 2016 e, desde 2021, disputa a Fórmula 1 como Alpine.
A marca obtida por Gasly ganha peso também pelo tamanho do intervalo sem poles e pelo momento de transformação vivido pela equipe em 2026. Nesta temporada, pela primeira vez desde 1994, a estrutura não utiliza motores Renault, mudança técnica relevante em um ano que agora já rende um resultado histórico em classificação.
Briatore comemora a pole e fala em sonhar com a vitória
Chefe da Alpine, Flavio Briatore celebrou o desempenho de Gasly e tratou a conquista da pole como um resultado coletivo. “É uma grande satisfação para a equipe, para todos”, afirmou após a classificação.
O dirigente também projetou a corrida a partir da posição de honra no grid. “Se você quer sonhar, tenta ganhar”, disse Briatore, ao comentar a possibilidade de transformar a pole em vitória.
Equipe vive nova fase após mudanças de nome e de motor
O resultado de Gasly acontece em uma estrutura que mudou de nome mais de uma vez desde a última pole. Depois da fase Renault, a equipe passou a se chamar Lotus em 2012, retomou a marca Renault em 2016 e assumiu a identidade Alpine a partir de 2021. A pole de 2026, portanto, é a primeira dessa organização desde a adoção do nome Alpine e também a primeira desde o retorno da marca Renault antes da fase atual.
Briatore associou o momento a uma evolução interna da equipe. “Estamos ficando bons e trabalhando com mais tranquilidade”, declarou o chefe da Alpine, que volta a largar da posição de honra depois de um intervalo que atravessou mudanças de nome, de projeto e de fornecimento de unidade de potência.
































