“Foi uma sensação muito estranha chegar à classificação sabendo que eu teria de cumprir uma punição no grid”, afirmou Antonelli após a atividade.
Troca da unidade de potência definiu o cenário antes da tomada de tempo
A posição de 21º veio em um sábado condicionado pela punição aplicada à Mercedes de Antonelli. A troca da unidade de potência já colocava o piloto em uma situação desfavorável no grid de largada antes mesmo da definição das voltas rápidas, alterando o peso esportivo da própria classificação para ele.
Nesse contexto, a sessão deixou de ser apenas uma disputa direta por posições mais à frente e passou a acontecer com a largada já comprometida por regulamento. Antonelli entrou na tomada de tempo com esse cenário estabelecido, o que ele próprio apontou como um fator incomum na preparação para a atividade.
Monza oferece chance de recuperação ao longo da corrida
A perspectiva da Mercedes para o domingo passa pelo tipo de disputa que Monza costuma proporcionar. O circuito é apontado como um local em que a briga por posições tende a ser mais intensa, o que pode abrir espaço para avanços mesmo para quem parte da parte de trás do grid.
Por isso, o foco de Antonelli após a classificação mudou rapidamente para a corrida. Sem esconder o impacto da punição no sábado, o piloto indicou que a meta agora é aproveitar o máximo possível das situações que aparecerem ao longo da prova.
“Amanhã é aproveitar a corrida e tirar o máximo de cada oportunidade”, disse Antonelli.
Além da própria situação no grid, o contexto da Mercedes no sábado também envolveu George Russell, citado no noticiário do fim de semana ao lado de Antonelli na movimentação da equipe durante a classificação.