A Red Bull ocupa o quarto lugar no Mundial de Construtores e enfrenta dificuldades em circuitos que exigem grande quantidade de energia do sistema híbrido da unidade de potência. Em um cenário assim, Verstappen tratou com cautela qualquer expectativa de salto de performance no fim de semana.
“Então, não espero milagres aqui”, disse o piloto da Red Bull.
RB22 sofre em pistas que cobram mais da unidade de potência
O principal ponto técnico citado para o momento da Red Bull está no comportamento do RB22 em pistas que exigem mais do conjunto híbrido. Esse tipo de demanda tem sido um problema para o carro, e o GP da Itália aparece como mais um teste em um contexto que não favorece a equipe.
Ao mesmo tempo, Verstappen indicou que o foco atual está mais em entender o carro do que em prometer uma solução imediata. “Estamos apenas tentando aprender mais sobre o carro”, afirmou.
A declaração do piloto vai na linha de um trabalho de adaptação e coleta de informações em meio a uma fase em que a Red Bull ainda busca respostas para o desempenho do RB22. O quadro fica mais delicado porque as outras equipes seguem promovendo atualizações em seus carros ao longo da temporada.
Verstappen evita falar em problema resolvido
Verstappen também relacionou o momento da equipe ao regulamento técnico atual, que influencia diretamente o comportamento dos carros. Ao tratar de possíveis avanços, ele evitou colocar qualquer melhora como sinônimo de correção definitiva dos problemas.
“Tentamos melhorar, mas melhorar não significa que esteja resolvido”, afirmou o piloto.
O GP da Itália será disputado no dia 6 de setembro, às 10h, no horário de Brasília, com a Red Bull tentando limitar os danos em uma etapa que, na avaliação de Verstappen, não oferece margem para esperar uma mudança repentina de cenário.