Hamilton completa 42 anos em janeiro e, se seguir no grid, chegará a 21 temporadas consecutivas na F1. No campeonato, ele está empatado em pontos com George Russell e aparece 59 atrás de Kimi Antonelli. Os termos exatos dessa extensão de contrato não foram detalhados.
Schumacher liga competitividade dos veteranos ao regulamento atual
Ao falar sobre o momento de Hamilton, Schumacher foi direto: “Ele está na briga pelo campeonato mundial agora, sem dúvida”.
Na avaliação do ex-piloto, o regulamento atual favorece esse tipo de continuidade. O contexto técnico citado é o peso crescente do gerenciamento de bateria e de pneus nas corridas, fator que, na visão dele, influencia o equilíbrio entre experiência e renovação no grid. “Isso é algo que realmente me incomoda nos novos regulamentos”, disse Schumacher.
Sem apresentar uma mudança específica, ele defendeu uma correção de rota para o futuro da categoria. “Acho que precisamos encontrar um meio-termo saudável”, afirmou.
Grid de 2027 tende a manter veteranos em várias equipes
A projeção para 2027 aponta para poucas mudanças no grid. A expectativa é de que a formação da categoria permaneça majoritariamente estável, com apenas um novato cotado para entrar. Rafael Câmara e Leonardo Fornaroli aparecem como candidatos a essa vaga na Haas.
Além de Hamilton, outros pilotos mais experientes também devem seguir no grid nas próximas temporadas. Fernando Alonso pode correr além dos 46 anos, enquanto Nico Hülkenberg chegará aos 40 na próxima temporada.
Sergio Perez e Valtteri Bottas também são esperados em seus assentos em 2027, quando terão 36 e 37 anos, respectivamente. Nesse cenário, a eventual renovação de Hamilton se encaixa em um grid que, por enquanto, indica baixa renovação e forte presença de nomes já consolidados.