O resultado veio após uma decisão importante no carro #3 durante uma bandeira amarela. Tim Cindric, estrategista da Penske, optou por manter McLaughlin na pista, movimento semelhante ao de Scott Dixon. A escolha acabou colocando o piloto em condição de brigar na frente ao longo da prova.
Mudanças no carro e corrida no limite dos pneus
McLaughlin relatou que a equipe fez ajustes no carro na noite anterior, mas que o comportamento ainda era delicado no início da corrida. “Fizemos muitas mudanças durante a noite passada, mas o carro estava saindo de traseira no começo”, afirmou.
Segundo o piloto da Penske, a situação ficou evidente logo na primeira volta, quando ele quase rodou na curva 3. Ao longo da corrida, a gestão dos pneus também entrou no centro da estratégia. “Estamos no limite em termos de vida útil dos pneus”, disse McLaughlin.
A bandeira amarela teve papel importante justamente por abrir diferentes possibilidades de parada nos boxes, com impacto direto no posicionamento dos carros que disputavam as primeiras colocações.
Incômodo com retardatários volta à pauta
Depois da corrida, McLaughlin também reclamou do tráfego e citou a necessidade de discutir as regras da categoria para os retardatários. Na Indy, os carros uma volta atrás não têm obrigação de ceder posição, tema que vem gerando pressão crescente por revisão.
“Estou um pouco frustrado por causa dos retardatários — acho que o Pato também”, afirmou o piloto. Em seguida, resumiu o incômodo com um recado direto: “Acho que tudo que vai, volta.”
A reclamação de McLaughlin se soma a um debate já existente na categoria sobre o impacto dos retardatários em corridas disputadas em ovais, especialmente quando estratégias diferentes deixam líderes e carros fora da volta do líder dividindo a mesma faixa de pista por longos períodos.