A principal dificuldade técnica relatada até aqui é o superaquecimento dos freios, problema que já provocou vários abandonos ao longo do ano. Bottas comentou a mudança sem atribuir diretamente a demissão de Lowdon a essa questão específica, mas indicou que havia pendências antigas dentro da operação.
“Alguns problemas que enfrentamos já vinham se arrastando”, disse Bottas ao falar sobre o momento da equipe.
Troca no comando ocorre no meio da temporada
A saída de Lowdon encerrou uma passagem curta no cargo, com apenas 11 etapas disputadas antes da mudança. Budkowski passa a comandar a Cadillac na parte final da temporada, em um momento em que a equipe ainda busca respostas para os problemas que têm afetado a sequência de corridas.
Além da troca de chefia, o cenário esportivo da Cadillac segue condicionado pela necessidade de resolver o comportamento dos freios. O superaquecimento comprometeu a confiabilidade e esteve na origem de vários abandonos, fator que ajudou a marcar a primeira metade do campeonato da equipe.
Bottas vê perfil de gestão mais abrupto
Ao comentar a decisão, Bottas relacionou a forma da mudança ao perfil de comando adotado pela equipe. “O estilo americano pode ser um pouco mais reativo e abrupto”, afirmou o piloto da Cadillac.
A declaração de Bottas tratou da maneira como a equipe lida com mudanças de pessoal, sem detalhar bastidores adicionais sobre a saída de Lowdon. O piloto se limitou a apontar que havia problemas antigos no projeto, enquanto a Cadillac inicia a segunda metade da temporada sob nova liderança com Budkowski no comando.
Budkowski assume a chefia em um momento em que a Cadillac ainda convive com a necessidade imediata de reduzir os abandonos causados pelo superaquecimento dos freios, problema técnico já identificado ao longo da temporada.