Lawson retornou à equipe principal para a prova e ainda precisou acelerar a preparação em um intervalo curto. Antes de ir para a pista, ele fez uma sessão de simulador com o RB22, parte do trabalho para retomar o contato com o carro antes do fim de semana.
A recepção dentro da garagem também foi descrita de forma direta por Luke Heath, mecânico da Red Bull que foi o profissional número 1 de Lawson no GP da Holanda. Ao comentar o reencontro com o piloto, ele disse: “Todo mundo gosta do Liam e do Dec, então foi muito legal”.
Mekies cita dificuldade de trocar de equipe às vésperas da corrida
O chefe da Red Bull, Laurent Mekies, tratou a atuação de Lawson levando em conta o prazo apertado entre a confirmação da mudança e a largada do GP. Segundo ele, a troca de ambiente por si só já elevava o grau de dificuldade da tarefa.
“Nunca é fácil sair de uma equipe para outra”, afirmou Mekies ao comentar o fim de semana do piloto.
A declaração de Mekies veio no contexto de uma adaptação feita quase sem tempo de pista prévia. Além da mudança de estrutura, Lawson teve de se integrar novamente aos procedimentos da Red Bull a poucos dias da corrida.
Resultado ganhou peso após a batida de Verstappen
O desempenho de Lawson acabou tendo impacto direto no saldo esportivo da Red Bull no fim de semana. Com Verstappen fora da zona de pontuação após a batida, coube ao neozelandês garantir sozinho os pontos da equipe na prova.
O cenário deu peso maior ao retorno do piloto, chamado às pressas para a etapa. Mesmo com pouco tempo entre a confirmação da vaga e o início das atividades, a Red Bull saiu da corrida com pontuação graças a Lawson e com avaliação positiva sobre sua readaptação ao time.