A articulação ocorre enquanto o calendário do fim da temporada segue sem definição completa. Nesse contexto, a cidade tenta se colocar como alternativa para encerrar o campeonato em 2026, apoiada também pela relevância atribuída ao autódromo na Região da Emília-Romanha.
Prefeitura busca recursos e apoio institucional
Marco Panieri, prefeito de Ímola, citou o respaldo recebido da ACI durante a movimentação para levar a prova à cidade. “Recebemos com grande satisfação as palavras do presidente da ACI”, afirmou.
Panieri também indicou que o projeto depende de articulação ampla entre as diferentes frentes envolvidas na tentativa de levar a Fórmula 1 ao circuito. “É fundamental trabalharmos unidos: é preciso um esforço coletivo”, disse o prefeito.
A busca por fundos próprios é parte central dessa frente de trabalho. A administração local tenta estruturar a viabilidade do evento sem depender apenas do cenário externo, enquanto acompanha o desfecho das dúvidas que ainda cercam as etapas do Oriente Médio.
Revitalização do autódromo entra no pacote da candidatura
Além da questão financeira, o Autódromo Internacional Enzo e Dino Ferrari passa por um trabalho de revitalização. A condição da infraestrutura aparece como um dos elementos da movimentação local para fortalecer a possibilidade de receber a Fórmula 1 no fim da temporada de 2026.
Panieri também destacou a importância do autódromo para a região, ponto tratado como parte do argumento de Ímola para sustentar a candidatura. A mobilização ocorre em torno de uma eventual oportunidade aberta pela indefinição sobre Catar e Abu Dhabi, que ainda pode influenciar o desenho final do calendário.
Entre as referências usadas nessa articulação está o histórico recente de investimentos na estrutura do circuito, citado no contexto do trabalho de revitalização em andamento e da defesa de continuidade do autódromo no radar da Fórmula 1.