O programa da FIA é voltado à avaliação do desempenho ambiental de organizações ligadas ao automobilismo. No mesmo ciclo, o autódromo de Interlagos também alcançou o nível 3-Star em 2025, ampliando o pacote de certificações ligadas ao evento.
Alan Adler, CEO do GP São Paulo, relacionou a conquista à proposta mais ampla do evento. “O GP São Paulo busca estar conectado com os interesses da sociedade”, afirmou. Segundo ele, a intenção também é usar essa visibilidade para ampliar a pauta ambiental: “Queremos ser agentes disseminadores da cultura da preservação ambiental”.
Compensação de emissões e medidas na operação
Entre os números apresentados pelo GP São Paulo, o evento informou ter compensado 100% de suas emissões pelo quinto ano consecutivo. Para isso, adquiriu 3.491 créditos de carbono, volume destinado a cobrir 3.300 toneladas de CO₂.
Na operação, o evento também adotou 10 mil litros de biodiesel e mantém uma frota de três veículos elétricos. Outra frente citada foi a geração de energia por instalações fotovoltaicas, que produziram 127.394 kWh e resultaram em economia aproximada de R$ 65 mil.
Iniciativas sociais também entraram no balanço
O pacote apresentado pelo GP São Paulo incluiu ainda ações sociais vinculadas ao programa Autódromo Social Sustentável. Em 2023, o evento formou 350 mulheres em mecânica automotiva. Em 2024, esse total subiu para 400.
Também houve destinação de alimentos excedentes por meio da estrutura de triagem ligada à operação do evento. Ao todo, foram doadas 13,2 toneladas de alimentos, volume equivalente a 32 mil refeições.