A etapa do Catar está marcada para o fim deste mês, e Abu Dhabi aparece na sequência da programação. As preocupações de segurança envolvem também os hotéis utilizados pelas equipes, depois de o Irã identificar alvos potenciais.
Mekies diz que análise cabe às entidades responsáveis
Mekies tratou o tema como uma questão a ser avaliada pelas instâncias que comandam o campeonato. “Nós realmente confiamos na FIA e na F1”, afirmou o chefe da Red Bull Racing.
O dirigente acrescentou que a análise precisa ser feita de forma abrangente. “Cabe à FIA e à F1 tratar disso da maneira mais completa possível”, disse.
As declarações vieram em meio ao avanço das incertezas sobre a logística e a segurança na região, justamente no momento em que a Fórmula 1 se aproxima de duas provas previstas em sequência no Oriente Médio.
Williams também evita antecipar posição sobre as corridas
Na Williams, Vowles adotou a mesma linha e indicou que a definição não será acelerada. “A decisão não será tomada de forma leviana”, declarou o chefe da equipe.
A fala de Vowles coincide com a postura de cautela adotada no paddock, sem sinalização pública de que as equipes queiram assumir por conta própria uma posição definitiva antes de uma deliberação dos organizadores e da FIA.
MotoGP já sente efeito do cenário no Catar
O contexto regional também já provoca consequências em outra categoria. A MotoGP tem corrida marcada no Catar para o próximo fim de semana, e a Yamaha decidiu não levar suas motos ao evento.
A coincidência entre os calendários amplia a atenção sobre os próximos dias, porque a prova da MotoGP acontece antes da etapa da Fórmula 1 no Catar, marcada para o fim deste mês, enquanto Abu Dhabi também permanece na programação logo depois.