O incidente com Albon comprometeu o carro de Alonso logo no começo da prova. Mike Krack afirmou que o toque custou uma perda considerável de downforce para a Aston Martin, fator que prejudicou o restante da corrida do espanhol.
Alonso repete crítica feita após a corrida
Em entrevista durante o dia de mídia na Cidade do México, Alonso disse que não mudou de posição desde o fim da etapa anterior. “Ainda penso a mesma coisa. Aquilo foi um erro desnecessário”, afirmou.
O piloto foi além e direcionou a crítica à parte de trás do pelotão. “Acho que a qualidade dos pilotos no terço final do grid é muito baixa”, disse Alonso, retomando a avaliação que já havia feito depois da corrida.
Ele também afirmou que os incidentes de primeira volta são evitáveis. Segundo Alonso, esse tipo de toque no início das corridas não deveria acontecer.
Teto de gastos entra na explicação do espanhol
Ao comentar as causas do problema, Alonso disse que a questão não passa principalmente pela atuação dos comissários. “Não faz parte do trabalho dos comissários”, afirmou, ao afastar a ideia de que o tema dependa de maior consistência nas decisões da direção de prova.
Na avaliação do espanhol, o teto de gastos também contribui para o cenário atual. “O teto de gastos também está acrescentando a este problema”, declarou. Alonso citou ainda o impacto do desempenho dos carros e do nível de aderência como fatores que podem influenciar erros de pilotagem.
A discussão sobre os efeitos do teto de gastos não é isolada. James Vowles, chefe da Williams, também já defendeu uma reavaliação das regras financeiras.
































