O Straight Mode faz parte do regulamento técnico introduzido em 2026 e funciona dentro do pacote de aerodinâmica ativa dos carros, com ajuste dos ângulos das asas dianteira e traseira. O recurso só pode ser usado em trechos determinados pela FIA, e o traçado mexicano terá o mesmo número de zonas visto em Miami e Montreal.
Recapeamento muda leitura dos pneus para a etapa
A Pirelli informou que o principal elemento novo para a etapa é o recapeamento de uma grande parte do circuito. As intervenções foram feitas entre as curvas 16 e 1 e entre as curvas 7 e 16, enquanto o primeiro setor não passou por modificações.
Para a prova, a fornecedora escolheu a trinca C3 como duro, C4 como médio e C5 como macio. Segundo a Pirelli, “o principal elemento novo para o fim de semana é o recapeamento de uma grande parte do circuito”. A fabricante também indicou que “o macio pode novamente desempenhar um papel central”.
A leitura sobre desgaste e aderência ainda depende das primeiras atividades do fim de semana, porque a pista passa a ter diferença de rugosidade e aderência entre as áreas de asfalto novo e antigo.
Altitude e graining entram no cálculo da corrida
Além da mudança no piso, a altitude segue como um fator técnico relevante no México. Com menor carga aerodinâmica, os carros tendem a deslizar mais, e o graining aparece como um ponto importante no comportamento dos pneus ao longo dos stints.
A expectativa inicial é de uma corrida com apenas uma parada nos boxes, embora os pilotos tenham de usar pelo menos dois compostos diferentes. A prova será disputada em 71 voltas, com distância total de 305,354 km.
A definição das três zonas de Straight Mode e o recapeamento de boa parte do circuito colocam as primeiras sessões de pista como referência central para as equipes entenderem o equilíbrio entre aderência, degradação e desempenho em reta.