Segundo Stella, a avaliação interna da McLaren já apontava uma vantagem de Norris antes mesmo da largada. O dirigente afirmou que a equipe percebeu durante o fim de semana que Lando estava “um pouco mais rápido” do que Oscar e, por isso, entrou na prova com a possibilidade de dar ao piloto a chance de atacar caso o cenário permitisse.
McLaren já previa dar a Norris a chance de atacar
Ao detalhar a decisão, Stella disse que a movimentação foi discutida previamente. “Nós conversamos antes da corrida que daríamos ao Lando uma oportunidade de tentar atacar”, afirmou o chefe da McLaren.
A explicação da equipe combina a leitura de ritmo vista desde as sessões no Circuito das Américas com o que aconteceu nos primeiros momentos da corrida, quando Norris conseguiu superar Piastri. A manobra abriu caminho para que o piloto terminasse a prova duas posições à frente do companheiro.
Capacidade de adaptação foi o diferencial citado por Stella
Stella apontou ainda uma característica específica de Norris para justificar por que ele conseguiu aproveitar melhor o fim de semana. “O Lando usa o próprio ‘superpoder’: uma grande capacidade de adaptação”, disse.
Na avaliação do chefe da McLaren, esse ponto foi importante em um traçado que apresentou dificuldades maiores para Piastri. O Circuito das Américas foi tratado pela equipe como um desafio para o australiano, elemento considerado na diferença de desempenho entre os dois carros.
Stella resumiu que a combinação entre a adaptação de Norris e o ritmo ligeiramente melhor mostrado ao longo do fim de semana pesou na escolha da McLaren. A decisão apareceu no resultado final, com Norris em quinto e Piastri em sétimo.
































