“Estamos tendo conversas sérias com alguém para fornecer motores para outra equipe? Não”, afirmou Mekies.
A Red Bull estreou como fabricante de motores em parceria com a Ford e somou duas vitórias em seu primeiro ano com o novo projeto. Mesmo assim, Mekies indicou que a prioridade ainda está no desenvolvimento interno da unidade de potência antes de qualquer plano de expansão como fornecedora.
Red Bull diz que ainda não está pronta para atender clientes
Mekies afirmou que a Red Bull não se considera pronta para assumir também o papel de fornecedora para outras equipes. Segundo ele, o trabalho atual está concentrado em fazer a unidade de potência evoluir antes de abrir uma nova frente de operação no campeonato.
“Com certeza, ainda temos muito trabalho pela frente para aprimorar a unidade de potência”, disse o dirigente.
A estrutura de motores da equipe é operada pela Red Bull Powertrains, divisão criada para tocar o programa próprio da marca. No momento, a avaliação interna apontada por Mekies é de que o foco precisa seguir no aperfeiçoamento do pacote já em uso, e não em um eventual fornecimento externo.
Chefe da Red Bull não trata o tema como assunto encerrado no longo prazo
Embora tenha negado conversas sérias neste momento, Mekies não colocou o assunto como definitivamente fora de questão nos próximos anos. “Isso está definido de maneira imutável para os próximos cinco anos? Não”, afirmou.
A especulação recente envolvia a Aston Martin, que atualmente usa motores Honda. Sobre esse cenário, Mike Krack disse acreditar que a equipe seguirá com a fabricante japonesa quando conquistar sua primeira vitória na Fórmula 1.
A combinação dessas declarações mantém o tema em aberto apenas no horizonte mais distante, mas sem qualquer negociação concreta confirmada agora por parte da Red Bull. No presente, a posição oficial da equipe é de concentrar recursos e trabalho no desenvolvimento da própria unidade de potência.