“Ainda estamos esperando uma compensação pelo que aconteceu em Madri? Ela virá”, afirmou Stella. Ao comentar a leitura de Norris sobre o desempenho da McLaren em Austin, o dirigente foi direto: “Acho que isso é um pouco exagerado.”
Estratégia de uma parada limitou possibilidades na corrida
A McLaren optou por uma estratégia de apenas uma parada, embora tenha considerado seguir o caminho mais convencional de duas. Segundo Stella, a escolha também estava ligada à chance de a prova ser mexida por um safety car, o que não aconteceu.
“Havia a possibilidade de aproveitar um safety car, que não apareceu”, disse o chefe da McLaren. Na parte final da corrida, a equipe usou pneus duros, dentro de um plano que buscava sustentar o resultado até a bandeirada.
Stella reconheceu, porém, que seria difícil manter Max Verstappen e Charles Leclerc atrás ao longo da prova, o que ajuda a explicar por que a McLaren não tratou o quinto lugar como um retrato completo do potencial apresentado no fim de semana.
McLaren vê carro no nível de Ferrari e Red Bull, mas mira classificação
Na avaliação de Stella, o carro da McLaren mostrou competitividade semelhante à da Ferrari e da Red Bull Racing em ritmo de corrida. A leitura interna é de que as atualizações funcionaram, ainda que o resultado final não tenha traduzido tudo o que a equipe esperava.
O principal ponto levantado pelo chefe da McLaren para a sequência é a necessidade de melhorar o desempenho nas sessões de classificação. A equipe entende que ainda precisa avançar nesse aspecto para transformar a competitividade mostrada em corrida em posições melhores no grid de largada.
































