Ao esclarecer sua posição, o tetracampeão de Fórmula 1 rejeitou a leitura de que poderia boicotar as etapas. “Eu disse que não queria correr lá?”, afirmou. Em seguida, reforçou que a responsabilidade pela decisão não é dos pilotos, mas das entidades que organizam e fiscalizam a categoria: “Confio que a F1 e a FIA vão tomar a decisão certa.”
Fala de setembro tratava da guerra e das condições de segurança
No fim de setembro, Verstappen havia colocado em dúvida a continuidade das corridas na região ao dizer que compromissos contratuais não deveriam prevalecer em situações de guerra. Agora, ao voltar ao tema, ele indicou que sua observação estava ligada às condições adequadas para a realização dos eventos, e não a uma negativa pessoal de participar.
Questionado novamente sobre a possibilidade de se recusar a correr, Verstappen repetiu a mesma linha. “Como eu disse, confio que eles vão tomar a decisão certa”, declarou, mantendo a posição de que a análise cabe à F1 e à FIA.
Calendário já sofreu mudanças na região
A discussão acontece em um momento em que o calendário já passou por alterações. O GP da Arábia Saudita foi cancelado, e a etapa do Bahrein foi transferida para Sepang em outubro.
As mudanças ampliaram a atenção sobre as etapas ainda previstas no Oriente Médio, especialmente porque Catar e Abu Dhabi continuam na programação. A data de 6 de dezembro aparece entre as referências para o fechamento dessa parte final da temporada.
Ímola surge como opção para o fim da temporada
Enquanto Catar e Abu Dhabi seguem no calendário, Ímola está pronta como alternativa para receber o encerramento da temporada, caso novas mudanças sejam necessárias. Até aqui, porém, Verstappen deixou claro que não anunciou qualquer recusa em competir e que espera uma definição das entidades responsáveis pela categoria.