“Eu não voltaria por qualquer coisa”, afirmou Horner ao comentar seus possíveis próximos passos na categoria. Em outra resposta sobre o mesmo tema, foi mais específico: “Não quero ir para qualquer equipe do meio do pelotão só para estar de volta”.
Horner elogia a Ferrari, mas não indica caminho para a equipe
O nome de Horner vinha sendo citado em especulações envolvendo a Ferrari, que hoje tem Frederic Vasseur no comando. Ao abordar essa possibilidade, o ex-chefe da Red Bull reconheceu o peso da equipe italiana, mas sem sinalizar negociação ou plano concreto de mudança.
“Ferrari é Ferrari. Esta equipe é incomparável”, declarou. A fala veio acompanhada de uma negativa sobre uma hipótese de participação societária: “A empresa jamais venderia ações da equipe”.
As declarações publicadas nesta terça-feira giram em torno justamente do futuro de Horner na Fórmula 1, num momento em que não há confirmação de conversas concretas com qualquer equipe. As fontes tratam o assunto no campo da especulação, sem indicar que ele esteja sendo considerado formalmente para uma vaga.
Retorno ao paddock depende de projeto fora do “meio do pelotão”
Ao falar sobre as condições para uma eventual volta, Horner rejeitou a ideia de assumir um projeto apenas para reaparecer na categoria. “A mediocridade não é para mim!”, disse, ao justificar por que não vê sentido em aceitar um lugar sem perspectiva que considere adequada.
Desde a saída da Red Bull, em julho de 2025, Horner permaneceu longe do paddock da Fórmula 1. No mesmo período, sua vida pessoal também foi marcada pela morte de Beverley Allen, sua ex-companheira, em julho de 2025. Horner é pai de Olivia, nascida em 2013.