“Adorei trabalhar, obviamente, com Max e com Sebastian”, afirmou Horner. Em seguida, ao citar pilotos históricos com quem gostaria de ter trabalhado, ele também incluiu Ayrton Senna e Jim Clark: “Seria incrível trabalhar com um Senna ou um Jim Clark”.
Na hora de fechar sua escalação, porém, Horner foi direto ao escolher a formação titular: “Colocaria o Nige com o Max. Isso seria divertido”.
Escolha reúne campeão recente e referência dos anos 1990
Horner conviveu diretamente com duas das principais fases vencedoras da Red Bull. Sob seu comando, Vettel e Verstappen conquistaram quatro títulos mundiais de pilotos cada um. Verstappen estreou pela Red Bull com vitória em Barcelona, em 2016, e depois embalou uma sequência de quatro campeonatos consecutivos entre 2021 e 2024.
Os números de Verstappen citados no retrospecto reforçam o tamanho do currículo: 73 vitórias e 136 pódios na Fórmula 1.
Do outro lado da combinação proposta por Horner está Mansell, campeão mundial de 1992 com a Williams. Depois do título na Fórmula 1, ele também conquistou o campeonato da IndyCar em 1993. A última vitória de Mansell na F1 veio em 1994, na Austrália, quando tinha 41 anos.
Senna apareceu entre os admirados, mas não na dupla final
Embora tenha mencionado Senna e Clark entre os pilotos com quem gostaria de ter trabalhado, Horner não os colocou na formação final que imaginou. A preferência declarada foi pela parceria entre Verstappen e Mansell.
Ao falar sobre em que equipe esse projeto ideal aconteceria, Horner indicou que sua ligação emocional segue com a Red Bull: “Meu coração, obviamente, estava na equipe Red Bull”.
Horner trabalhou durante anos com Verstappen e Vettel na Red Bull e foi desligado da equipe em 2025. Na comparação histórica feita por ele, Mansell também carrega uma marca lembrada até hoje: em 1992, conquistou a pole em Silverstone com 1s9 de vantagem.