Wolff tem se mostrado confiante de que George Russell e Kimi Antonelli vão seguir respeitando os interesses da Mercedes na disputa interna. O dirigente atribuiu esse ambiente ao fato de os dois terem sido formados dentro da própria estrutura da equipe: Russell está ligado à Mercedes desde os 17 anos, enquanto Antonelli entrou ainda aos 11.
Mercedes sustenta harmonia apesar da briga pelo campeonato
A convivência entre os dois ganha peso extra porque Antonelli assumiu a ponta do campeonato e ampliou sua vantagem com sete etapas restantes. Russell começou o ano apontado como favorito, mas acabou superado pelo companheiro ao longo da temporada.
Mesmo com a disputa direta, a Mercedes tem usado exemplos recentes de cooperação entre seus pilotos. Russell deixou Antonelli passar no GP da Holanda por causa dos pneus mais novos do companheiro, enquanto Antonelli ajudou Russell com vácuo em Monza.
Segundo Wolff, esse histórico dentro da Mercedes ajuda a evitar um desgaste maior na relação entre os dois. O tema tem relevância para a equipe porque a última grande rivalidade interna vivida pelo time foi a disputa entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg.
Villeneuve reage à abordagem de Wolff
Ao comentar a declaração do chefe da Mercedes, Villeneuve foi direto: “Como pai de sete filhos, não é algo que eu gosto de ouvir”.
A crítica do ex-piloto surgiu em meio à avaliação sobre como Wolff enxerga o processo de formação de talentos e o perfil psicológico de jovens pilotos que chegam ao topo do automobilismo.
Até aqui, o único atrito mais claro entre Russell e Antonelli citado no ambiente da Mercedes aconteceu no Sprint do GP do Canadá, quando Antonelli entendeu que Russell o forçou para fora da pista. Fora esse episódio, Wolff segue otimista de que a dupla continuará colocando os interesses da equipe acima da disputa individual.
































