“Uma penalidade certamente vai acontecer em algum momento. Isso sempre esteve claro”, disse Verstappen.
A Red Bull pretende trocar antes da corrida componentes considerados defeituosos. Essa substituição pode ser feita sem punição, desde que a equipe ainda esteja dentro da alocação disponível. O próprio Verstappen, porém, indicou que não vê como atravessar o restante do campeonato sem ultrapassar o limite de componentes que leva à perda de posições no grid.
Problema afetou equilíbrio do carro e velocidade nas retas
Além do contratempo com a bandeira amarela no fim da classificação, Verstappen relatou que o carro estava completamente fora do equilíbrio. Segundo ele, a dificuldade não se limitou ao comportamento em curva: a velocidade menor nas retas também aumentou o consumo de energia, o que agravou o quadro ao longo da volta.
“Você fica muito lento nas retas”, resumiu o piloto da Red Bull.
O contexto técnico citado por Verstappen envolve justamente a gestão de energia e o rendimento do conjunto em aceleração, um ponto que pesou no desempenho da classificação. A equipe trabalha na troca das peças com problema imediato, mas isso não altera a perspectiva de uma punição mais à frente, já admitida pelo próprio piloto.
Verstappen também citou a Honda ao falar do rendimento
Ao comentar a perda de desempenho, Verstappen também mencionou a Honda ao comparar o comportamento do conjunto. “É a mesma coisa com a Honda, eles também cortam mais do que qualquer outro motor”, afirmou.
A avaliação do piloto foi dada no mesmo contexto em que ele descreveu a queda de rendimento nas retas e o aumento do consumo de energia. No cenário imediato, a Red Bull busca resolver os componentes defeituosos sem punição; para o restante de 2026, Verstappen já trata uma perda de posições no grid como algo inevitável.