“Minha principal preocupação são as 1.500 pessoas que trabalham comigo”, afirmou Vasseur ao comentar o tema. Segundo ele, a pressão criada por notícias negativas não fica restrita ao debate público em torno da Ferrari e pode atingir a rotina de quem está envolvido no projeto.
Vasseur foi direto ao relacionar esse cenário aos resultados da equipe. “Acho que isso tem um efeito negativo enorme nos resultados da equipe”, disse o dirigente, ao sustentar que a exposição crítica pode atrapalhar o andamento do trabalho dentro da Ferrari.
Vasseur separa cobertura crítica do apoio dos tifosi
Ao tratar do ambiente em torno da equipe, Vasseur fez uma distinção entre a pressão vinda da cobertura da mídia e o apoio recebido dos tifosi. Para ele, a presença e o engajamento dos torcedores não representam um problema para a Ferrari.
“Isso não é pressão, é um benefício a mais”, afirmou o chefe da equipe, ao classificar o apoio dos tifosi como algo positivo, mesmo em meio ao período de críticas.
Vasseur também indicou que tenta se blindar do ruído externo no dia a dia. Ele não usa Instagram nem Twitter e evita ler a imprensa, numa postura voltada a manter o foco no trabalho da equipe em vez da repercussão fora da pista.
Chefe da Ferrari reforça que sua meta é vencer
Ao falar sobre sua ambição no comando da Ferrari, Vasseur disse que o peso de estar à frente da equipe não é suficiente por si só. O dirigente afirmou que seu objetivo real está ligado aos resultados que pretende alcançar.
“Estar na Ferrari é ótimo, mas vencer com a Ferrari é ainda melhor”, declarou.
As declarações de Vasseur vieram acompanhadas de uma preocupação central com o ambiente interno da Ferrari, formado por cerca de 1.500 pessoas, número citado por ele ao explicar por que vê a cobertura negativa como um fator que pode atingir diretamente o trabalho da equipe.