O chefe da Ferrari tem sido alvo de questionamentos sobre sua liderança em meio às tensões envolvendo Hamilton e Leclerc, além de rumores sobre uma possível mudança no comando da equipe. Sem confirmar qualquer alteração, Vasseur admitiu o peso do cenário externo sobre a rotina da Ferrari.
Ao comentar o momento vivido pela equipe, Vasseur apontou que a pressão não é um fator isolado dentro da Ferrari, mas faz parte de uma disputa cada vez mais apertada na Fórmula 1. Segundo ele, a categoria vive uma briga decidida por centésimos entre quatro equipes, o que eleva a cobrança sobre todos os envolvidos.
Chefe da Ferrari relaciona pressão ao equilíbrio da Fórmula 1
Vasseur resumiu o cenário ao afirmar: “Acho que a F1 é um grande desafio”. Na avaliação do dirigente, esse equilíbrio extremo ajuda a explicar a intensidade do ambiente atual.
Ele também fez uma leitura direta da sessão ao comparar a Ferrari com as rivais. Para Vasseur, a Mercedes apareceu em nível superior na classificação. “Com certeza, olhando para esta sessão, a Mercedes pareceu forte demais”, afirmou.
Dentro dessa análise, Vasseur citou George Russell como o piloto que fez a diferença na tomada de tempos, enquanto Leclerc colocou a Ferrari na primeira fila do grid. Hamilton, por sua vez, encerrou a classificação na sexta posição.
Rumores sobre comando seguem sem confirmação
Os questionamentos sobre o futuro de Vasseur cresceram nas últimas semanas, mas a Ferrari renovou com o chefe de equipe em julho de 2025, com uma extensão contratual de vários anos. Ao mesmo tempo, Lewis Hamilton negou relatos de que teria pedido mudanças dentro da equipe.
Em meio ao debate sobre o comando da Ferrari, Christian Horner chegou a declarar que assumir a equipe seria seu “sonho”.