Fórmula 1

Sem pontos suficientes para a superlicença, Herta vê caminho para a F1 esfriar e futuro na Indy ganha força

Colton Herta não conseguiu os pontos necessários para a superlicença da Fórmula 1 e, com isso, volta a ter o futuro mais ligado à Fórmula Indy. O piloto soma 36 pontos e precisava chegar a 40, mas encerra a campanha na Fórmula 2 fora da zona que distribui pontuação para a licença.

Sem pontos suficientes para a superlicença, Herta vê caminho para a F1 esfriar e futuro na Indy ganha força
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Herta aparece em 19º lugar na Fórmula 2, com 26 pontos marcados. Como apenas os oito melhores do campeonato pontuam para a superlicença, ele ficou sem a pontuação extra de que precisava para viabilizar uma mudança para a F1.

Campanha na Fórmula 2 não deu margem para reação

Os melhores resultados de Herta na temporada foram três sétimos lugares, obtidos na Austrália, no Canadá e na Bélgica. O desempenho não bastou para colocá-lo entre os primeiros da tabela e manteve aberta a pendência da superlicença, tema que já acompanha seu nome há algum tempo no paddock.

Ao falar sobre a própria trajetória na Fórmula 2, Herta afirmou que “não tem interesse de seguir na categoria”. A declaração indica que a permanência no certame não está nos planos, mesmo com a necessidade de pontos para a licença da FIA.

Indy deixa de ajudar no cálculo para 2027

Outro ponto relevante é que, em 2024, Herta não contará com os pontos da Indy para a superlicença em 2027. Isso reduz ainda mais as alternativas para completar a pontuação exigida pela FIA dentro da janela considerada para a licença.

Nesse cenário, a possibilidade de retorno em tempo integral à Fórmula Indy ganha peso também pelo aspecto financeiro. O salário de Herta é de US$ 8 milhões, cerca de R$ 41 milhões, enquanto a única vaga aberta em uma equipe grande citada no cenário atual está na Ganassi, que paga aproximadamente US$ 5 milhões, cerca de R$ 25 milhões, a seus pilotos.

Entre os nomes ligados ao tabuleiro da Indy ao redor de Herta estão Andretti, TWG Motorsports, Cadillac, Ganassi, além de pilotos como Will Power, Marcus Ericsson e Kyle Kirkwood. Bryan Herta também aparece entre os envolvidos no entorno da discussão sobre o próximo passo do piloto.

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Redação F1 Racing Mania

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