A ocorrência foi analisada depois da classificação em que Russell terminou o Q3 na sexta posição. A sanção não alterou seu lugar no grid de largada. Pela Mercedes, o outro destaque da sessão foi Kimi Antonelli, que garantiu a segunda posição.
Manobra aconteceu após escapada na curva 5
O ponto central da investigação foi a forma como Russell retornou à pista. Após sair do traçado na curva 5 para permitir a passagem de outro carro, ele voltou sem seguir a rota indicada pelo balizador na área de escape.
Esse tipo de situação é enquadrado pela regra que determina como o piloto deve reingressar no circuito depois de deixar a pista. No caso de Russell, os comissários entenderam o lance e optaram por aplicar somente uma advertência, sem punição esportiva que mexesse no resultado da sessão.
Russell disse que tentou evitar prejuízo a outro carro
Durante a audiência, Russell explicou que sua preocupação era não atrapalhar o carro que vinha atrás no momento do retorno ao traçado. Ele também reconheceu aos comissários que poderia ter seguido a rota indicada no local.
Ao justificar a decisão tomada, o piloto afirmou: “Escolhi ficar à esquerda do obstáculo para voltar à pista mais cedo.”
A explicação de Russell foi parte da análise do incidente, que terminou sem perda de posições para o piloto da Mercedes. Ele, portanto, manteve o sexto lugar obtido no Q3.
Decisão preserva resultado de Russell e o grid da Mercedes
Com a advertência, a classificação de Russell foi mantida integralmente. A decisão também preservou o cenário da Mercedes no grid, com Russell em sexto e Antonelli alinhado em segundo.
Além de admitir que poderia ter usado o caminho indicado, Russell relatou aos comissários que saiu da pista justamente para abrir espaço e permitir a passagem de outro carro, ponto considerado na audiência antes da definição da punição.