O incidente aconteceu após um safety car. Na relargada, Colapinto travou os pneus ainda frios e acertou o carro de Gasly, que em seguida bateu em Norris. A sequência levou à interrupção da corrida com bandeira vermelha.
Norris pediu punição mais pesada, mas rivais discordaram
Norris defendeu um endurecimento da FIA depois do acidente. “A FIA deveria ser mais rigorosa e começar a aplicar suspensões por esse tipo de coisa”, disse o piloto.
Russell, vencedor da corrida, discordou da proposta. “Acho isso severo demais”, afirmou. Verstappen foi na mesma linha ao comentar a discussão sobre uma eventual exclusão de uma etapa: “Acho que uma suspensão de uma corrida provavelmente seria severa demais.”
As declarações colocaram em debate se o episódio deveria ser tratado apenas dentro do pacote de punições aplicado após a prova ou se mereceria uma medida disciplinar mais pesada. Até aqui, a sanção registrada para Colapinto ficou restrita ao acréscimo de 10 segundos e aos cinco pontos na superlicença.
Pneus frios entraram no centro da análise do acidente
O fator técnico mais citado no lance foi a dificuldade de gerar aderência logo após o safety car. Com os pneus ainda frios, Colapinto perdeu a capacidade de frenagem e acabou iniciando a batida em cadeia que tirou o controle da situação na relargada.
Isack Hadjar também comentou as condições da pista nesse tipo de procedimento e relacionou o problema à dificuldade de colocar temperatura nos pneus. “A pista não é boa o suficiente para gerar temperatura atrás do safety car”, afirmou.
O acidente aconteceu no domingo, 26 de setembro de 2026, e provocou uma neutralização imediata da corrida com bandeira vermelha. Russell terminou a prova na primeira colocação no Azerbaijão.
































