O episódio não ficou restrito à Red Bull. Também houve impacto em carros de Audi, Haas, Cadillac, Alpine e Racing Bulls. Entre os pilotos que ficaram parados na pista estavam Lewis Hamilton, Esteban Ocon e Valtteri Bottas.
Falha apareceu em condição de pista molhada
A corrida teve um atraso de 40 minutos por causa da chuva forte e começou com duas voltas de formação atrás do Safety Car. Nesse cenário, entrou em ação um modo específico para pista molhada que reduzia a potência elétrica de 350 kW para 250 kW.
Em velocidades muito baixas, o MGU-K podia desligar instantaneamente em determinados setores. Foi essa falha no código que atingiu vários carros ao mesmo tempo e criou o problema na largada.
Red Bull diz que percepção inicial era de falha própria
Laurent Mekies, chefe da Red Bull, afirmou que a reação inicial dentro da equipe foi tratar a situação como um problema isolado do próprio carro. “Num primeiro momento, todos sentimos que era um problema no nosso carro e na nossa unidade de potência”, disse o dirigente.
Depois da identificação de uma causa central, Mekies confirmou que o tema será levado para uma conversa mais ampla entre equipes, FIA e Fórmula 1. A base da discussão, segundo ele, é o nível de complexidade dos sistemas híbridos atuais dentro do regulamento de 2026.
Mekies cobra atenção ao aumento da complexidade
Ao comentar o caso, Mekies defendeu uma revisão mais ampla sobre o caminho técnico adotado. “É um bom lembrete para todos nós de que provavelmente precisamos garantir que a complexidade não saia do controle”, afirmou.
A falha, segundo as informações confirmadas após a largada interrompida, estava ligada a um problema central e não a uma deficiência específica da Red Bull, ponto que passou a envolver várias equipes ao mesmo tempo e levou a Red Bull a pedir o debate com a FIA e a Fórmula 1.
































