Lawson chega a essa nova oportunidade com uma imagem mais forte dentro do grupo em 2026 do que tinha no ano passado. No início de 2025, ele havia sido devolvido à Racing Bulls depois de apenas duas etapas pela Red Bull, sequência em que se classificou na última posição tanto para a Sprint quanto para o GP da China.
Desta vez, o cenário foi diferente. Em sua estreia de 2026 pela Red Bull, Lawson ficou a apenas 0s115 de Max Verstappen na classificação e depois terminou o GP da Espanha em sexto lugar. Ainda assim, a tendência interna é de que ele siga na Racing Bulls.
Plano da Red Bull aponta para 2027 fora da equipe principal
A projeção mais forte neste momento é de Lawson permanecer na Racing Bulls em 2027 ao lado do estreante Arvid Lindblad. Do outro lado do grupo, a expectativa é de que Hadjar continue como companheiro de Verstappen na Red Bull na próxima temporada.
Outro nome citado como possibilidade para a Racing Bulls no ano que vem é Nikola Tsolov, o que mantém aberta a disputa por vagas dentro do programa.
Verstappen relacionou adaptação ao carro com desempenho dos pilotos
Ao comentar a adaptação de pilotos aos carros atuais, Verstappen apontou a dificuldade imposta pelo comportamento técnico dos modelos desta era. “Olhe para o Yuki. Ele entra no carro sem nunca ter guiado esse carro antes”, disse o piloto.
Na mesma explicação, Verstappen acrescentou: “É porque esses carros respondem pouco aos comandos do piloto.” A observação ajuda a contextualizar por que o desempenho imediato de Lawson em sua participação pela Red Bull foi visto de forma mais positiva do que em sua passagem curta no começo de 2025.
Com a lesão de Hadjar, Lawson reassume o cockpit da Racing Bulls já na próxima corrida, enquanto o grupo mantém o desenho atual para 2027 com Hadjar cotado para seguir ao lado de Verstappen e Lawson como favorito a continuar na equipe satélite.
































