O projeto também marca a estreia da Red Bull Powertrains como fabricante. Ao tratar do significado desse momento, Christian Horner se referiu a 2026 como “a primeira temporada da Red Bull Powertrains como fabricante”, num marco relevante para a operação da equipe dentro da Fórmula 1.
DM01 se destaca em cenário de limitações regulatórias
A avaliação da FIA sobre a Red Bull-Ford DM01 ganha peso porque o regulamento atual limita mudanças em determinadas unidades de potência. Nesse contexto, o motor da Red Bull não esteve elegível a alterações dentro do ADUO, mecanismo citado nas regras vigentes para alguns conjuntos mecânicos.
Na prática, isso significa que a equipe apresentou seu desempenho em 2026 sem recorrer a esse caminho de mudanças permitido apenas em casos específicos. A combinação entre a progressão do carro e a força do conjunto mecânico ajudou a colocar a Red Bull em posição de destaque ao longo da temporada.
Vitórias de Verstappen acompanham início da Red Bull como fabricante
Os resultados de pista acompanham esse início de ciclo. Verstappen venceu no Bahrein e em Singapura com o pacote de 2026 da Red Bull, que tem a DM01 como base do projeto. As vitórias aparecem como os principais marcos esportivos de uma temporada em que a equipe passou a operar com sua própria estrutura de fabricação de motores.
A classificação da FIA coloca a Red Bull-Ford DM01 no topo em potência entre as unidades usadas na Fórmula 1 neste ano, ainda que essa avaliação dependa do critério adotado pela federação. O dado se soma ao fato de a Red Bull ter mostrado evolução clara com o carro de 2026 e de ter iniciado sua primeira temporada como fabricante de motores sem elegibilidade para mudanças sob o ADUO.