Horner passou 20 anos na Red Bull e está sem função na Fórmula 1 desde que foi demitido no verão do ano passado. Para Schumacher, a entrevista em que ele se colocou no radar da Ferrari expôs também uma mudança no peso político do dirigente no paddock.
Schumacher critica o tom adotado por Horner
Ao comentar a movimentação de Horner, Schumacher foi duro nas palavras. “Tentar agradar desse jeito já é constrangedor o bastante”, afirmou. Em seguida, subiu o tom: “É simplesmente vergonhoso. Eu não entendo isso.”
A reação acontece num momento em que qualquer especulação sobre a Ferrari tem efeito imediato no noticiário da categoria. A equipe se posicionou publicamente a favor de Vasseur na terça-feira, o que colocou ainda mais foco sobre comentários ligados a uma eventual mudança de comando.
Ferrari também vive repercussão após episódio entre Hamilton e Leclerc
Schumacher também comentou o ambiente interno da Ferrari depois do episódio entre Lewis Hamilton e Charles Leclerc na largada do GP da Itália. Na manobra, Hamilton foi parar na brita ao tentar ultrapassar o companheiro de equipe.
Sobre esse cenário, Schumacher resumiu o ambiente da equipe com uma frase curta: “A Ferrari é sempre um barril de pólvora.”
O tema das mudanças de chefia na Fórmula 1 também tem outros precedentes recentes. Andreas Seidl deixou a McLaren no fim de 2022 para assumir um cargo no projeto nascente da Audi, mas sua passagem terminou de forma abrupta no verão de 2024.