Hamilton terminou a prova em sexto lugar e foi o único piloto da Ferrari a pontuar. Leclerc bateu na volta 2 e abandonou. Antes disso, Hamilton havia caído para nono depois do toque entre os dois ainda na volta inicial, em um lance que os comissários da FIA decidiram não investigar com punição.
Ralf Schumacher critica dinâmica entre os pilotos
Ao analisar o caso na Sky Sports Germany, Ralf Schumacher afirmou: “Acho que o maior problema que a Ferrari tem hoje é a falta de união.” Na mesma avaliação, ele classificou a cena entre os dois companheiros como algo incômodo para a equipe: “Foi um tipo de constrangimento que ninguém gosta de ver.”
A crítica ganhou peso porque o toque teve consequência imediata para os dois lados da garagem. Hamilton perdeu terreno logo no começo da corrida, caiu para nono e ainda assim conseguiu se recuperar até o sexto lugar. Leclerc não completou a segunda volta.
Hamilton reclamou da manobra de Leclerc após a corrida
Depois da prova, Hamilton atribuiu responsabilidade ao companheiro pelo risco criado para a Ferrari no início da corrida. O britânico resumiu a avaliação com uma frase direta: “O Leclerc colocou a Ferrari em risco.”
Os comissários da FIA optaram por não intervir no incidente da volta 1, o que manteve o episódio restrito ao impacto esportivo e à repercussão interna. Mesmo sem punição, o toque deixou a Ferrari com apenas um carro na disputa por pontos já no início da corrida.
Ferrari vinha sem ordens de equipe em outras etapas
O episódio também acontece em uma sequência de corridas em que a Ferrari não impôs ordens de equipe. Isso já havia ocorrido no GP da China, no GP da Bélgica e também em Zandvoort.
Em meio à repercussão do caso, surgiram ainda relatos de que a posição de Fred Vasseur no comando da Ferrari estaria sob risco, embora esse ponto não tenha confirmação oficial.